quarta-feira, 3 de março de 2010

Até que ponto será que é verdade?


Na tentativa de ser imparcial, acabamos nos influenciando pelos fatos e acreditando em algumas falsas verdades. Hoje, mais uma vez me vi nessa situação. Matéria sobre o caso Fábio Acioli. Depois de meses escrevendo sobre o caso e sobre os presos, eis que surge a primeira oportunidade de entrevistá-los. E ai, em quem acreditar? Caso confuso, com várias versões de uma mesma história...


Não vou negar que uma hora acho que um tem culpa, na outra já vejo tudo diferente. Num momento acredito que foi crime passional – por causa de algum envolvimento amoroso -, logo em seguida acredito que não passou de mais um crime homofóbico. Confusão geral... E olhe que acompanho esse caso desde o dia do crime, imagina a do pessoal que apenas ler ou ver na televisão o que uma terceira pessoa diz.


Minha maior dificuldade é como não deixar transparecer isso no texto. É difícil viu! Mas vou sempre em busca da imparcialidade, conto o que me disseram. Falo tudoooo!!! Todas as versões. Hoje fiz uma mega matéria, com vários depoimentos. Mas não vou negar, acabei de escrevê-la e não vejo a hora desse caso terminar.


Não consigo fazer nenhum juízo sobre nada. Não sei se as pessoas que estão presas são as verdadeiras culpadas, e se forem inocentes com juram, se os assassinos vão um dia ser presos e o dano a alma, de ser apontado como criminoso será reposto. Desse caso só vejo dúvidas. Um trabalho mal acabado da Polícia Civil. Um monte de pergunta sem resposta e uma sociedade confusa, sem saber em quem acreditar!!!


Ficam as perguntas quem matou, porque matou e quem mandou matar Fábio Acioli???

Um comentário:

  1. Layra, este caso está ficando com aquela cara carimbada de "crimes insolúveis"

    ResponderExcluir