terça-feira, 18 de maio de 2010

A viagem e o GPS...


De volta à rotina de trabalho depois de uns dias de folga e dessa vez resolvi contar para vocês a aventura com o Sistema de Posicionamento Global, transformando esse nome bonito em siglas quero dizer o GPS. O aparelho foi à última aquisição tecnológica do Luiz e é claro, resolvemos testá-lo rumo a João Pessoa (PB).


Já havíamos testado algumas vezes em Maceió e como conhecemos a maioria dos caminhos de frente, costas, lado e todo jeito, seu funcionamento não era muito perfeito. O aparelho busca as rotas que supostamente estão em melhores condições, só que nem sempre são elas há que tem menos trânsito ou são mais rápidas. Para quem não conhecia nada de João Pessoa, poderia ser que o negócio funcionasse melhor.


A ida foi tranquila, apesar de quando chegamos em Recife ele nos colocou num baita congestionamento em plena rodovia BR-101. Me estressei – coisa que é fácil de acontecer -, mas vamos continuar. No outro dia chegamos em João Pessoa e resolvemos sair pela cidade. Nos perdemos várias vezes e descobrimos que o negocio só funciona bem se tivermos o nome exato das ruas que queremos ir.


Foi então que compramos um mapa, tínhamos urgência de fazer alguma coisa e queríamos chegar ao Por do Sol do Jacaré ainda naquela tarde. O detalhe é que o mapa só tinha a cidade de João Pessoa e o por do Sol fica em Cabedelo. Nada feito e continuávamos sem o endereço. Para não ficar sem chegar ao lugar acabamos partindo para a velha e boa pergunta do onde fica.


Foi apenas no dia seguinte, que finalmente o bichinho começou a ser útil. Isso porque, aprendemos que era mais fácil pegar o endereço do local onde queríamos ir pela Internet. Funcionando, na maioria das vezes ele nos jogava no lugar exato, mesmo a gente sem confiar muito nele. Bate uma insegurança até porque sou do tempo passado, que adoro parar para perguntar e me guiar pelas placas.


Deixo a dica para quem quiser ter um: ele funciona, mas trate de saber bem o nome da rua que você quer chegar, senão você vai ficar rodando em círculos. Ah, e prepare a paciência também porque os percursos são longos, segundo o aparelho os que estão em melhores condições de passagem.


Tenho que confessar que esperava mais do GPS. Ele deveria ter alguma função do tipo pontos turístico das cidades, onde bastava apenas a gente clicar e ele nos jogar para a rota certa. O GPS até tem esses endereços, mas só consegue mostrá-los se estivermos muito próximo.


No fim das contas acabamos entendendo que ele precisa de uma mãozinha para funcionar e no último dia conseguimos chegar a todos os destinos com a ajuda do bichinho. Sempre que eles nos levava ao lugar certo, recebia uma salva de palmas e beijinhos jogados a distância.


Só para completar sua façanha, na volta queríamos vir para Maceió pelo litoral, só que mais uma vez ele que tem personalidade própria nos meteu na rodovia Federal. Graças a Deus apesar do grande número de caminhões – que não respeitam carros menores de jeito nenhum - tudo terminou bem.

Um comentário:

  1. Dããããã!! Pelamordedeus, Láyra... Vocês nao adestraram o bicho antes de usar? Aquilo tem que ser adestrado, ensinado. Depois que você ensina, ele passa a ser super útil.
    Agora, opinião pessoal: a melhor forma de aprender a andar num canto é errando, se perdendo. Já arrumei muita programação melhor do que a original fazendo isso... Perguntar, de vez enquando, também é bom...
    Bjoks,
    S.

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