sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vá com Deus...

Vou fazer uma festa hoje. Com direito a rojões e tudo mais. Sim, o dia merece uma boa comemoração. Sintam-se convidados para dividir esse momento de alegria comigo, já que em alguns textos anteriores dividi com vocês minha fúria e agonia. Como vocês participam de tudo tenho que contar o motivo de tanta felicidade.

Ao chegar em casa na noite de ontem, tive uma surpresa muito agradável. Alguns móveis estavam espalhados na entrada do prédio. De um lado a minha simpática vizinha a esperar no carro, do outro o marido acertando para levar as coisas.

Sim, a vizinha de cima, aquela que tem dois filhos simpáticos que nunca meteram boladas no meu carro e o marido que não faz nada, estão se mudando. Olhe que a vontade que eu tive ao ver aquela cena foi de gritar de alegria, como estou sem voz não pude fazer isso. Mas, agradeci a Deus por ficar livre daquela bruxa.

Pela conversa da sindica, o apartamento que fica em cima do meu vai ser alugado para uma senhora que tem um filho estudante de medicina. Já é uma evolução não tem duas crianças peste. Agora é esperar para saber se teremos mesmo tranqüilidade ou se nossa tormenta continua.

Já são quase um ano morando em apartamento e não consigo me acostumar com certas coisas. Meu comportamento continua sendo o mesmo desde o primeiro dia: chego, guardo o carro, entro e me fecho no meu apartamento. Com os vizinhos o tratamento fica no Bom dia, Boa tarde e Boa noite, como manda a boa educação.

Prefiro manter a distância para evitar maiores problemas, sabe como é vizinho adora uma fofoquinha!!! E vou levando a vida com o pensamento que “meu limite termina quando começa o do outro”...

2 comentários:

  1. Olha, você vai dizer que ando sendo muito do contra... Mas, veja, amiga, eu esperaria um pouco antes de comemorar. Também tenho uma vizinha que tem um filho estudante de medicina, na verdade, praticamente um médico (deve terminar no ano que vem). Ele tem um carro, e um puta sonzão. E você saca aquelas músicas quilôméeeeeetricas de vaquejada? Aquelas que contam a história de umas cinco gerações da família do personagem da música? Pois é! Ele adoooora aquilo. Mas deve ter algum problema auditivo, que faz com que só consiga ouvir música na estratosfera. Acho que ele incomoda até o sono de São Jorge, lá na lua, se é que santo dorme. Aqui em casa, vibram todas as vidraças. Vibram, no sentido de tremer e tilintar.
    Depois, você comemora tá?
    Bjoks,

    S.

    P.S.: Ele também aaaaaaaammmmmmmaaaaaaaa aquelas músicas paraenses de duplo sentido. Qualquer dia, quem muda daqui sou eu.

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  2. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Cuma

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