segunda-feira, 27 de junho de 2011

Um mergulho na Praia do Francês...

Hoje quero dividir com vocês uma experiência que tive no último mês de março. Essa foi uma daquelas coisas que a gente faz na vida e nunca vai esquecer. Conheci a Praia do Francês de uma forma diferente, num mergulho com cilindros espetacular, que me rendeu uma ótima matéria e boas histórias. Para quem nunca mergulhou, eu indico perder o medo e afundar num mundo de cores, formas e tamanhos diferentes.

Já estava habituada com a natureza da Praia do Francês, localizada em Marechal Deodoro (local onde freqüento desde criança). Águas claras e quentes. Uma paisagem peculiar, formada por barreiras de corais que se estendem por quilômetros próximos à costa. Areia fofa e branquinha se unem a centenas de enormes coqueiros à beira mar, formando um ambiente exuberante para todos os gostos. De um lado uma praia de ondas, do outro águas calmas que forma uma grande piscina.

É na parte mais calma, onde os mergulhos acontecem. O fundo do mar é tão lindo, quanto fora d’água. A água é límpida e de fácil visibilidade, onde a biodiversidade pode ser vista por toda a parte. O mergulho próximo aos corais reserva grandes surpresas. Um colorido especial e intenso. A variedade de espécies de peixes e corais consegue formar uma paisagem bonita de ser vista.


A cada imersão a biodiversidade se transforma. Ambiente vivo, que fica ainda mais bonito quando observado de dentro d’água. Ao todo são três faixas de recifes, que como por fascínio, atraem mergulhadores e várias especiais de animais marinhos. Se eles são bonitos quando visto de fora, ficam ainda mais bonitos quando visto submerso.

É uma verdadeira pintura de corais que se formam. Existe o tipo cérebro que se dividem em labirintos de sulcos e bordas arredondadas; os corais de fogo, que imitam plantas de folhas largas, com babados nas pontas; outros se assemelham a casas de abelhas, flores e galhos. É nesse ambiente, onde os mergulhadores podem se sentir num verdadeiro aquário gigante, com direito a peixinhos coloridos, os espinhosos ouriços, o encantador cavalo marinho e até com a presença da intrigante da moréia.

Só que para mergulhar na Praia Francês é preciso um verdadeiro pacto com a natureza, onde o principal segredo é o respeito. Nesse ambiente é essencial que nada seja tocado, onde os animais não podem sequer sentir a presença curiosa do homem. É dessa forma, que a beleza ímpar do local pode ser preservada.

Ainda durante o mergulho, me assustei um pouco com a degradação provocada pelo lixo deixado na praia. Sacolas plásticas, latinhas de cerveja e refrigerante, garrafas pets e muito resto de material de construção fazem parte do cenário subaquático. Sem falar, que os corais que demoram anos para conseguir crescer, acabam sendo destruídos por quem trabalha e visita os recifes. Caminhadas e até mesmo as âncoras paradas sob as “pedras” se tornam inimigos graves dessa vida marinha.

É preciso preservar o local e cuidar para que outras pessoas também possam conhecer aquele paraíso guardado pela água do mar. O problema é que ainda falta consciência ambiental e ações mais incisivas dos órgãos de preservação ambientais





Já estava com saudades, agora é hora de voltar


Olá queridos leitores,

São quase sete meses sem escrever por aqui. Foram várias tentativas de retomar o blog, mas a correria do dia à dia acabou me fazendo calar. Já estava com saudades. Agora retomo o projeto e a dividir minhas experiências com vocês. Espero que dessa vez, com pausas menores e retornos mais constantes por aqui.

Vou continuar seguindo a tendência de sempre. Os temas serão os mais variados, onde volto para dividir as experiências da minha vida e as histórias que acabo colhendo no meu trabalho como repórter de cidades de O JORNAL.

Espero que aqueles que já passavam por aqui continuem voltando sempre e aqueles que ainda não conheciam meu trabalho sejam muito bem vindos...

Um abraço carinhoso a todos...